
Em "A Filosofia na Idade Trágica dos Gregos" o irreverente filosofo Friedrich Nietzsche aborda as antigas filosofias gregas com a alcunha de "Filosofias Primitivas", e ainda explica o por que da nomenclatura: "A resposta para quem somos está em nossa fase mais primitiva e bruta, algo que se encontra hoje dormente em nosso âmago". O livro em questão nunca foi completo pelo autor, o que sugere que Nietzsche não tenha tido um contato aprofundado e substancial com a filosofia grega do Okata, porém ele revela ter descoberto muito sobre a mesma. Nietzsche afirmava que a pior coisa que poderia ter acontecido pra a Europa, seria ter deixado o principio da herança greco-romana, substituindo-o pelo catolicismo. Ao se referir ao "principio da herança greco-romana" Nietzsche faz clara alusão ao Okata, que foi quase completamente diluído pela doutrina cristã.
Considerado pelos filósofos Okataistas, o dentre eles que atingiu a maior popularidade entre as massas, Friedrich Wilhelm Nietzsche nunca se referiu ao movimento filosófico, apesar do mesmo ter o influenciado para a redacção da maioria de seus livros, Nietszsche desconhecia, de fato, o Okata como uma filosofia, mas como uma forma de pensamento subjectivo herdado pelos gregos, e embrenhado nas entranhas mais obscuras de nossa cultura.

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